Diferente
Para tanto falaremos de questões que são um agravante compulsório a disciplina, um espírito acostumado a uma existência sem regras, é indisciplinado por excelência, seu impulso natural é ir contra a tudo que lhe conduz a insatisfação de seu modo natural de existir, de ver, de compreender a vida.
Pouca compreensão sobre a vida, muito trabalho a ser desenvolvido por parte dos tutores, exigindo grande quantidade de metodologia especifica para em primeiro lugar extrair a indisciplina, e implantar a disciplina, para somente depois volver a afabilidade no trato, procedimento que somente surte efeito eficaz quando desenvolvidas algumas características no tocante a sensibilidade por parte do tutelado.
Porém falando em lidar com espíritos nestes padrões, diria até, que é uma missão comum a todas as famílias, pois a Providência Divina implanta nos núcleos indivíduos em estágio evolutivo inferior, para que, com o convívio, as condutas superiores possam ser assimiladas, absorvidas por esse espirito, que em alguns casos é novato aquele meio familiar, ou foi aceito por meio de uma interseção de alguém do plano espiritual que o estima muito, ou então nos pré-dispomos a ajudar afim mesmo de contribuir de forma mais intensa com o progresso do meio, ou estamos em dívida com esse espírito, ou estamos passando por um processo de provação.
Bem, até o momento vimos como e por que ocorre no convívio familiar a presença de um membro com comportamento avesso, também que ele vem com o objetivo de aprender, de se desenvolver de nos prover meios de aprimorar nossas qualidade e também refrear nossas tendências inferiores.
A principal causa do sofrimento de familiares quando vitima da rebeldia de um membro difícil é justamente não perceber que o trabalho exige comprometimento, exige seriedade e perspicácia por parte dos líderes da família, quando ocorre esse desvio de responsabilidade a situação se complica exponencialmente a ponto de conduzir com maior intensidade a derrocada do próprio.
A falha na missão dos pais quanto à condução tutelar daquele espírito se faz evidente quando chegado é o momento da prestação de contas com a Providência Divina e tal demérito na grande maioria das vezes desencadeia uma repetição do mesmo conjunto em reencarnação futura afim de que se repitam as circunstâncias propicias a uma nova possibilidade de mutuo ajustamento.
O Importante é simplesmente chamar a responsabilidade, voltar atenção constante, sempre pensando estratégias, pedindo ajuda, inspiração e forças aos bons espíritos, a fim de suplantar, de vencer, de contribuir com a existência desse espírito ainda indômito que nos foi colocado sob nossa tutela.
É sempre importante ressaltar que a rusticidade, os sentimentos de rechas, a inveterada ostentação do sentimento de rivalidade que reside nos ignorantes não se dá de forma discernida, planejada, articulada, é sempre uma reação instintiva, ou um sentimento autômato, que brota naturalmente, esse entendimento é importante para ao lidarmos com essas situações, não interpretemos a questão como uma rivalidade, ou um estágio preconcebido e articulado de ataque e contra ataque planejado.
A obtenção dessa forma de pensar e proceder ajuda a não alimentar as acirradas disputas e a não fazer com que se produzam o combustível que alimenta o comportamento indesejado de discórdia nas relações interpessoais entre familiares com os perfis de que aqui tratamos.
O Procedimento de dispensar atenção e disciplina é meio eficiente de condicionar, de acostumar, de incutir na vida deste espirito um roteiro de procedimentos que em primeiro lugar ele desempenha por respeito a moralidade dos pais, mesmo não entendendo como esse processo pode recambia-lo futuramente a um convívio mais harmônico, pois o espírito enquanto não auto estabelece e segue suas próprias diretrizes necessita de atenção e regras externas para se guiar, mesmo não aceitando, nem percebendo onde essa condução passa leva-lo.
Geralmente nada mais importa na vida para os lideres de uma família quando eles percebem que sua ajuda e seus esforços em fazer progredir um filho não surte efeito, esse sentimento desmotivador e ao mesmo tempo auto condenador da grande maioria de pais quando fracassam em sua missão, se dá ao fato de não conhecerem o parecer da Providência Divina esse respeito.
Quando os pais desempenham seu papel de forma coerente, quando não se esquivam da responsabilidade, quando fazem o que esta ao seu alcance para proverem desenvolvimento moral e mesmo assim o filho sucumbe e sofre as consequências. Neste momento é importante ressaltar que a Providência Divina sabe imparcialmente reconhecer os esforços dos pais e que foi por endurecimento do espírito do filho o motivo maior do insucesso, discernindo assim o descaso sempre punido, do empenho sempre louvável independentemente do objetivo alcançado.
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