Medo
O medo e o próximo. Há tempos enfrentamos um sentimento que apavora e desequilibra os sistema orgânico, metabólico e nervoso, que reduz a força física, a confiança, que desarmoniza a psique, que entre outros é o responsável, por nutri nos corações inocentes o ato de recuar, precaver, preponderar, nos corações altivos e imprudentes terror e pânico. Estamos falando de um dos mais eficazes e presentes sentimentos dos seres primitivos: “o medo”. O medo se faz presente abundantemente entre os corações endurecidos na ignorância, nos que enxergam no próximo um adversário e não um irmão, naqueles deficitários que não admitem expiar suas faltas e por isso são atormentados pela força inconteste da lei natural de causa e efeito. Imaginação negativa que se automatiza compulsoriamente durante o próprio ato nefasto e se perpetua enquanto a alma permanece endurecida, imaginação negativa que engendra imagens ideoplásticas as quais os cruéis que lhes tem ascendência de faixa vibratóri...