Medo
O medo e o próximo.
Há tempos enfrentamos um
sentimento que apavora e desequilibra os sistema orgânico, metabólico e
nervoso, que reduz a força física, a confiança, que desarmoniza a psique, que
entre outros é o responsável, por nutri nos corações inocentes o ato de recuar,
precaver, preponderar, nos corações altivos e imprudentes terror e pânico.
Estamos falando de um dos mais
eficazes e presentes sentimentos dos seres primitivos: “o medo”.
O medo se faz presente abundantemente entre os corações endurecidos na ignorância, nos que enxergam no próximo um adversário e não um irmão, naqueles deficitários que não admitem expiar suas faltas e por isso são atormentados pela força inconteste da lei natural de causa e efeito.
Imaginação negativa que se automatiza
compulsoriamente durante o próprio ato nefasto e se perpetua enquanto a alma
permanece endurecida, imaginação negativa que engendra imagens ideoplásticas as quais os cruéis
que lhes tem ascendência de faixa vibratória observam como se fosse um filme em
uma tela de cinema tridimensional.
Corações plenos no amor ao
próximo não sentem medo, pavor ou pânico, nutrem por seus semelhantes um
sentir fraternal que faz com que se olhem como irmãos que são e ao mesmo tempo
respeitam as leis naturais por saber de sua eficácia e da Imparcialidade do
Amor Divino.
Sentir medo é para os brutos, os
aferrados à matéria densa e a valores irrisórios se comparados aos valores
espirituais.
Sentir medo é instinto puro e peculiar aos que são dominados pela
materialismo, dos que mantem seus espíritos agrilhoados, escravos das sensações e
conceitos próprios do que é denso.
Quem domina seu materialismo não
sente medo diante das adversidades, sente respeito, pois são provações que a
providência Divina articulou para alavancar nossa educação espiritual, para
fazer com que nosso espírito se sobreponha as percepções e necessidades
primitivas de nossa vestimenta e moradia material.
Corações valentes geralmente são
colocados a linhas de frente nas batalhas, não porque são conduzidos por
força que os constranjam a isso, mas pelo próprio sentimento de fraternidade e
defesa dos simples e humildes.
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