Excesso

Excesso de responsabilidade; existem aqueles que levam desvantagem com relação ao andamento dos sistemas; nervoso, cardiovascular, endócrino, visto que, é a concentração e a produção de ondas mentais ou pensamentos que estimulam  a produção e funcionamento autômato ou induzido de todos os sistemas do corpo físico.

Trocando em miúdos nosso involucro é em todos os âmbitos de seu funcionamento passível de ser administrado por nosso eu espiritual, e o que chamamos de eu espiritual? Resposta: é o indivíduo na integra na essência, digo isso para que não confundamos o conjunto psicossomático com a alma sem absolutamente suas indumentárias, sabemos sim, que a alma reveste-se para coabitar os ambientes, elas os sintetizam em si própria, toma parte de sua atmosfera, constrói sua vestimenta a partir dos átomos do ambiente onde habite ou paire.

Para falarmos de uma maneira bem simples e esclarecedora sobre o “Dever” para as almas mais conscientes significa a diferença entre um estado de paz de espírito e outro de desarmonia intima, a implementação e execução de um dever divide-se basicamente em dois estágios, ao primeiro chamamos de tensão de pré-execução e finamente estado de pós execução, na pré-execução temos o chamado desgaste psicológico provocado pela tensão advinda da responsabilidade sentida e exigida pela própria consciência, esse estagio quando sentido em excesso é motivo de sofrimento desnecessário.

Durante por exemplo, um pequeno furo de seringa para exame de sangue o sistema sensorial de nosso corpo físico esta programado para assimilar sensações em estado de harmonia funcional dos órgãos, se acaso fizermos, com que tal interferência ou procedimento produza uma quantidade excessiva de desgaste psicológico nossos sistemas entram em estado de choque e ficamos desconectados do mundo físico.

Nesse estado nada que ocorra com a vestimenta física pode ser percebido pelo seu espírito ou consciência fundamental, acometimento motivado pela produção exagerada da impressão do  nível de dor ou sofrimento a que iria submeter.

A produção mental gera uma quadro excessivo de pavor e o corpo físico que é apenas uma máquina hiper tecnológica entende os comandos como se realmente seu portador estivesse vivenciando um duradouro e consciente estado de tensão, sendo que na realidade esse estado de intensidade, quando ocorre na integra tende pelo impacto a provocar a desligamento da alma com o corpo protegendo-a, com tudo se esse impacto não ocorre para promover o desligamento o corpo físico fica freneticamente reagindo ao iminente perigo, esforço que gera uma degradação de todo os sistemas, levando seu portador a padecer potencialmente uma situação fictícia, que mesmo que venha a ocorrer de fato não produziria tamanha sensação sofrimento.

Com o excesso do sentimento do Dever se da o mesmo, nosso intimo, nosso senso do bem estar fica alterado e entramos em um estágio continuo e frenético de ansiedade ou pesar, gera também uma falsa ideologia de que se é responsável por acontecimentos e processos evolutivos que somente cabe a Providencia Divina articular com nossa colaboração é claro, mas sem o peso do comprometimento isolado ou individual e desproporcional.

Até na implementação do nosso próprio Dever a harmonia se faz imprescindível, sem a qual nem mesmo a caridade permanece imaculada. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Quem sou eu?

Comutando Hábitos

Bem Aventurança