Holismo
O conhecimento sobre o mundo espiritual, isto é; suas características, leis naturais ou divinas em nós amealhado durante nossa existência espiritual desperta ou vem a tona quando nos deparamos com os conteúdos já registrados na literatura espírita e de maneira mais intensiva na Codificação Kardequiana, experiências de vida que sedimentada na alma constitui nossa conjectura racional e cabedal de conhecimentos subjetivos.
Comumente chamamos de "intuição", para fazer bom uso de nossa intuição e necessário em primeiro lugar nos atermos ao fato de que tais informações estão registradas em nós mesmos, em nossa alma, pois ela é capaz de armazenar conteúdo ininterruptamente. Porém como acessar esse conteúdo, esse saber, eis a questão?
Algumas maneiras existem; dentre todas; a desconexão da vida material é uma e a mais importante. O Espírito materializado interrompe a se mesmo as possibilidades de conexão com o plano espiritual, os sentidos e pensamentos voltados estritamente ao plano físico lhe fazer viver, sentir, interagir e voltar seus objetivos apenas para a vida física, relegando assim toda uma gama oportunidades da partes dos amigos espirituais e de se próprio, tais como; proteção, conhecimento, interseção e refazimentos de energias, físicas espirituais e morais.
Seu tesouro se encontra onde encontram-se os tesouros do seu coração disse Jesus, se possuis a possibilidade de se ligar aos tesouros do mundo espiritual com consciência tal proceder denota sinal de evolução, viverás estável, pois tais tesouros são estáveis.
As reminiscências de uma existência atrelada amplamente aos bens físicos influenciam fortemente aos que pretendem migrar para uma vivencia em comunhão com os valores reais e universais da dimensão espiritual.
A Doutrina Espírita veio proporcionar a humanidade a capacidade de se pautar, de dominar esses valores, de trazer para junto todas essas viabilidades, porém fazer uso de toda essa gama de possibilidades demanda tempo e empenho.
Agora podemos analisar com maior amplitude e em paralelo ambas as situações: as torturas e sofrimentos consequentes do apego a posse, ambição desmedida, egoísmo, em contraponto a libertação decorrente da identificação e aquisição dos valores universais dos bens espirituais. Na primeira o velho habito de se alegrar com a posse dos bens materiais e o desanimo com a perca dos mesmos. Na segunda o entendimento e a postura daqueles que já sabem que; as perdas de bens materiais quando bem sofridas, suportadas, formalizam a aquisição de bens mais preciosos; os bens do espírito, onde deve residir verdadeiramente nosso coração.
Na mesma proporção que usamos esses mecanismos os sentimentos transmutarão o espírito. Acima todo o entendimento da máxima de Jesus: "Não vos afadigues pela posse do ouro".
O comportamento, os sentimentos, a condição de alma desmaterializada depende do proceder no sentido da pratica do desapego, pratica-lo é pois não se portar ou se sentir desgraçado quando as oportunidades de percas materiais aparecerem, mas se sentir vitorioso, pois a Providência nos mostra sempre os meios de provar se realmente existe o desapego a matéria, se realmente valorizamos os bens da alma mais que os bens do corpo.
Olho d'Água das Flores, 13 de Abril 2016
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