Carne
É natural que na proporção de sua
elevação espiritual o individuo entenda a dor e os sentimentos de seu
semelhante, logo após a dor e os sentimentos dos seres que se distanciam de seu
grau evolutivo.
Dentre os indivíduos do reino
animal os mamíferos são os que já possuem indícios de sentimentos semelhantes
aos humanos, na sequencia; de forma regressiva temos todos os animais que mais
se assemelham aos humanos por instintos de cuidados e proteção materna e
paterna. Tais os exemplos de pássaros de comportamento social voltado ao
companheirismo e atenção desvelada à prole, ou mesmo animais de instintos e
inteligência mais elaborada, bem como rudimentos de sentimentos.
A classificação dos alimentos
para o consumo humano deverá sempre restringir-se a obedecer dois estágios basilares:
Primeiro: Os alimentos tóxicos em curto,
médio e longo prazo.
Segundo: A evolução espiritual do individuo que
anima o invólucro carnal a ser consumido.
As Individualidades no estágio
evolutivo espiritual ainda não portadoras de um Espírito, porém de um Principio
Espiritual e que por isso animam os indivíduos que estão na base da cadeia
evolutiva espiritual são na realidade os
que nenhum impacto sofrem por verem-se despojados de seus invólucros físicos.
O Ser Humano deverá imaginar sua
alimentação e direciona-la na ordem inversa a evolução espiritual: minérios, unicelulares,
plantas, e mais adiantados até o ponto em que somente instintos venham a possuir.
Nenhum Ser detentor de sentimentos
deverá ter seu invólucro consumido por espíritos mais adiantados, também todo e qualquer alimento derivado dos mesmos que para ser produzido promova sofrimento e
abuso de domínio por parte dos humanos.
A alimentação a base de invólucros de
seres dotados de sentimentos é habito pré-histórico que na medida da evolução
planetária será extinta da face da terra, assim como o canibalismo humano o
foi.
Por Lucas Brandão
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