Intercâmbio
Nossa compreensão entre o que
podemos definir como “vida” e o que aprendemos a acreditar se relaciona com a
cultura, a história, o nosso próprio estágio evolutivo e o meio em fomos
inseridos ao encarnar.
Alinhar esses conceitos com a
realidade do Mundo Espiritual é trabalho gradativo e contínuo cuja lei divina
de evolução traz como sua missão.
São passos que demandam séculos,
milênios, imperceptível ao olhar de quem somente analisa o instante presente, porem
explicito quando analisado entre uma geração e outra, aumentando assim à
percepção do que “foi antes e hoje não é mais” na medida em que o período
analisado aumenta.
Os conceitos que assimilamos são bases
solidas de nossa personalidade, de nossa forma de compreender o caminho a
percorrer, tais conceitos são responsáveis por nos imprimir um modo operante;
entre outras palavras, eles promovem uma plataforma para agir e interagir em
conformidade com nossa capacidade de perceber a vida espiritual.
Junto com a percepção consciente
de que se é um ser espiritual e eterno, surge também a compressão de podemos e
devemos analisar o histórico de tudo o que existe de forma minuciosa.
Assim podemos observar as
mudanças na crença, na cultura, na religiosidade, na tecnologia, mecanismo de
analise sem o qual tal percepção seria impossível.
O contacto com o Mundo Espiritual
nos possibilita todo esse conjunto de conhecimento bem como a possibilidade de
acompanhar em loco o progresso já adquirido em esferas e sistemas mais
adiantados de onde se subtraem toda a tecnologia utilizada na sociedade atual.
Sendo por meio dos intercâmbios
promovidos pelas reencarnações o meio de se inserir na sociedade encarnada
tais desenvolturas.
Temos como condição comum de propulsão
tecnológica ferramentas como intuição e inspiração oriundas de Espíritos de
Sabedoria que por estarem em situação mais adiantada procuram nos ajudar impulsionados pela lei de amor.
Por Lucas Brandão.
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