Raiva Oriunda de Estresse

 Há quem diga que sentir raiva é próprio  do ser intransigente, sentir raiva não é próprio do ser intransigente, porém nutrir, alimentar a raiva sim!

Quando o Espírito encarnado se encontra dominado pelo sentir raiva, se percebi nitidamente que ali se acha uma reação e não uma causa.

Assim temos combatido em nós mesmos e no próximo o efeito e não a causa, com exceção de alguns poucos atentos, a grande maioria das pessoas assim o fazem.

Categoricamente sentir raiva é próprio do infante ou da Alma enferma.

Por tais motivos temos dificuldade em combater a raiva em nós mesmos, uma criança não combate suas mas inclinações da mesma forma que a vitima  de uma doença grave também não tem força para combater sua enfermidade.

Na antiguidade a raiva era tratada não como um estado de ignorância ou uma patologia, mas como um desvio de conduta, de caráter, isso se dava pela falta da capacidade fraternal de observar o comportamento humano, atitude oriunda do instinto de conservação onde geralmente a força combate a raiva.

Comumente vemos um irmão após despejar sua raiva, geralmente com uma agressão, se sentir aliviado da mesma, fato ainda comum nos dias atuais.

Pela própria conjectura da lei natural de conservação da vida orgânica, a exposição frequente a situações indesejáveis e insuportáveis são a causa do surgimento natural a intolerância a ocasiões degradantes, tais fatos produzem no corpo físico toxinas, hormônios e substancias químicas que aumentam exponenciante a sensibilidade contra todo e qualquer fato que lhe desagrade de forma geral. 

Ocorrendo que o corpo físico somente sendo passível de acomodar certa quantidade de tais substancias sem que se perca o controle dos ânimos, excedido esse limite somente  a  vontade não é suficiente para manter um comportamento estável e passivo, predominando desse ponto em diante o instinto de conservação.

Sendo no individuo que não admiti a possibilidade de se rebelar contra a raiva, uma forma comum de desenvolver quantidades variadas de patologias físicas e mentais. 

Já no individuo que admite a possibilidade de se rebelar não contra a raiva, porém contra seu irmão, contraem os débitos mais pesados que são as patologias espirituais vitimas que se tornaram da lei de causa e efeito sofrem com karma negativo e obsessões espirituais que duram na medida do endurecimento de suas condutas.

A raiva depois de instalada por se tratar uma emoção, sendo toda e qualquer emoção um fixador psíquico (ou um gerador de arquivo psicológico), pode ser potencializada por toda e qualquer situação desagradável semelhante a que gerou o arquivo mental, pela auto projeção de uma situação desagradável que venha a ocorrer futuramente ou um gatilho mental que por tabela lhe remeta a abertura de tal arquivo mental indesejado, o que explica as mudanças repentinas e abruptas de comportamento.

Se costuma na atualidade empregar o termo "estresse" o que deriva de  estressado, esticado, estancado algo que pelo uso em excesso, ou uso indevido, ou sem os devidos cuidados veio a perder suas características naturais não mais obedecendo aos comandos passando a perder a capacidade de desempenhar sua função e proposito natural.

Quando utilizamos nosso sistema nervoso e endócrino de forma descompensada tornando-os avariados estes são capazes de promover tamanho desconforto físico e metal que se imagina estar sofrendo de enfermidades outras tão diversas e desagradáveis que não supomos ter suas caudas no estado de estresse seus sintomas geralmente imperceptíveis as escrutinações medicas ou cientificas até venham a resvalar de forma definitiva no corpo físico.

Como vimos combater a raiva é o caminho, combatemos a raiva administrando o estresse, administramos o estresses  nos espiritualizando, dentre todos os caminhos que tenho visto para tal a pratica do Kriya Yoga junto ao Hatha Yoga tem sido os mais eficazes.


   

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