Vida única, Vivências Várias
Nossa existência é dúbia no sentido em que nossa estadia no mundo físico se dá não paralela ao mundo espiritual, mas em corrente de consciência alternada.
Em outras palavras, nos períodos em que estamos conscientes
no plano físico ficamos inconscientes do plano espiritual.
É como quando viajamos a trabalho para um local longínquo de
cultura e história diferentes, e para tal nos vestirmos adequadamente para o
convívio com a cultura e o modo de vida local, a fim de melhor desempenharmos
nossa atividade profissional, mas que ao término do período de trabalho retornamos
a nossa casa e ao nosso real modo de vida.
Precisamos de um corpo físico para aqui estarmos, porém se
formos destacados a encarnar em um orbe de compleição diferente haveremos de
nos vestir de uma indumentária própria a compleição que acomode a consciência
sem forma que na realidade somos.
Somos filhos de Deus, seria de uma ignorância espiritual
tremendas se continuássemos a acreditar que um irmão nosso em desalinho tivesse
a capacidade de tirar nossa vida, visto posto sermos filhos de Deus por isso
imortais.
Temos um universo infinito repleto de dimensões infinitas ao
nosso dispor.
Geralmente somos nós mesmos pelo mau uso da liberdade que
possuímos os autores de nossa própria condição de sofrimento.
Quando falta sinceridade, quando o que menos vale é mais
importante para nós, do que, o que realmente tem valor, é nesse contexto que se
inicia todo e qualquer sofrimento, que nada mais é se não um processo induzido
pela lei natural de progresso para nosso crescimento espiritual.
Ao nos unimos ao Criador diminuímos drasticamente o nível de
sofrimento. Fácil assim, passamos a progredir espiritualmente, porém de forma
espontânea.
Análogo a alguém que faz uma viagem em uma estrada longa, perigosa
e desconhecida, porém guiado por outrem que conhece todos os por menores do
caminho.
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